A Doença Inflamatória Intestinal (DII) é um grupo de doenças que causa inflamação crônica no trato gastrointestinal. As principais são a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa.
Ambas podem alternar períodos de atividade e remissão. O diagnóstico e o acompanhamento adequados ajudam a controlar a inflamação, prevenir complicações e preservar a qualidade de vida.

Os sintomas variam conforme a doença e a região afetada. Os mais comuns incluem:
Na Retocolite Ulcerativa, sangramento e urgência para evacuar são frequentes. Na Doença de Crohn, os sintomas podem variar conforme a área comprometida.
A Doença de Crohn pode atingir qualquer parte do aparelho digestivo, inclusive a região anal. Em alguns casos, pode causar estreitamentos, abscessos e fístulas.
A Retocolite Ulcerativa acomete o intestino grosso e o reto, geralmente provocando diarreia, sangramento e urgência para evacuar.
As duas doenças têm características próprias e exigem tratamento individualizado.
Principalmente na Doença de Crohn, podem surgir manifestações na região anal e perianal, como:
Essas alterações podem ser um dos primeiros sinais da doença. Por isso, sintomas anais persistentes, especialmente quando associados a alterações intestinais, devem ser avaliados.
O coloproctologista é o especialista que avalia e trata doenças do intestino grosso, reto e ânus.
Na DII, ele pode participar da investigação dos sintomas, acompanhar a evolução da doença e tratar possíveis complicações, principalmente na região perianal.
A avaliação pode incluir exame proctológico e, quando necessário, exames como colonoscopia, exames de imagem e laboratoriais. O acompanhamento também pode ser feito em conjunto com o gastroenterologista.
Não. O tratamento é principalmente clínico, com medicamentos para controlar a inflamação e manter a doença em remissão.
A cirurgia pode ser necessária em situações específicas, como abscessos, fístulas, estreitamentos ou doença que não responde adequadamente ao tratamento. A indicação deve ser individualizada e discutida com a equipe médica.
Sim. Com diagnóstico, tratamento e acompanhamento adequados, muitas pessoas com DII mantêm suas atividades e uma boa qualidade de vida.
O objetivo é controlar a inflamação, reduzir os sintomas e prevenir complicações.
Diarreia persistente, sangue nas fezes, dor abdominal recorrente ou alterações na região anal não devem ser ignorados.
Quando esses sintomas são recorrentes ou aparecem associados a perda de peso, anemia ou febre, é importante buscar avaliação médica.
Quanto antes a causa for identificada, mais cedo o tratamento adequado poderá ser iniciado.
O acompanhamento da doença inflamatória intestinal deve ser individualizado. O gastroenterologista e o coloproctologista podem atuar em conjunto para controlar a doença e tratar suas possíveis complicações.
Se você apresenta sintomas intestinais persistentes, sangramento nas fezes ou alterações na região anal, procure avaliação médica.
Dr. Pedro Bertoli
Coloproctologista
Florianópolis e região
A Doença Inflamatória Intestinal (DII) é um grupo de doenças que causa inflamação crônica no trato gastrointestinal. As principais são a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa.
Ambas podem alternar períodos de atividade e remissão. O diagnóstico e o acompanhamento adequados ajudam a controlar a inflamação, prevenir complicações e preservar a qualidade de vida.
Os sintomas variam conforme a doença e a região afetada. Os mais comuns incluem:
Na Retocolite Ulcerativa, sangramento e urgência para evacuar são frequentes. Na Doença de Crohn, os sintomas podem variar conforme a área comprometida.
A Doença de Crohn pode atingir qualquer parte do aparelho digestivo, inclusive a região anal. Em alguns casos, pode causar estreitamentos, abscessos e fístulas.
A Retocolite Ulcerativa acomete o intestino grosso e o reto, geralmente provocando diarreia, sangramento e urgência para evacuar.
As duas doenças têm características próprias e exigem tratamento individualizado.
Principalmente na Doença de Crohn, podem surgir manifestações na região anal e perianal, como:
Essas alterações podem ser um dos primeiros sinais da doença. Por isso, sintomas anais persistentes, especialmente quando associados a alterações intestinais, devem ser avaliados.
O coloproctologista é o especialista que avalia e trata doenças do intestino grosso, reto e ânus.
Na DII, ele pode participar da investigação dos sintomas, acompanhar a evolução da doença e tratar possíveis complicações, principalmente na região perianal.
A avaliação pode incluir exame proctológico e, quando necessário, exames como colonoscopia, exames de imagem e laboratoriais. O acompanhamento também pode ser feito em conjunto com o gastroenterologista.
Não. O tratamento é principalmente clínico, com medicamentos para controlar a inflamação e manter a doença em remissão.
A cirurgia pode ser necessária em situações específicas, como abscessos, fístulas, estreitamentos ou doença que não responde adequadamente ao tratamento. A indicação deve ser individualizada e discutida com a equipe médica.
Sim. Com diagnóstico, tratamento e acompanhamento adequados, muitas pessoas com DII mantêm suas atividades e uma boa qualidade de vida.
O objetivo é controlar a inflamação, reduzir os sintomas e prevenir complicações.
Diarreia persistente, sangue nas fezes, dor abdominal recorrente ou alterações na região anal não devem ser ignorados.
Quando esses sintomas são recorrentes ou aparecem associados a perda de peso, anemia ou febre, é importante buscar avaliação médica.
Quanto antes a causa for identificada, mais cedo o tratamento adequado poderá ser iniciado.
O acompanhamento da doença inflamatória intestinal deve ser individualizado. O gastroenterologista e o coloproctologista podem atuar em conjunto para controlar a doença e tratar suas possíveis complicações.
Se você apresenta sintomas intestinais persistentes, sangramento nas fezes ou alterações na região anal, procure avaliação médica.
Dr. Pedro Bertoli
Coloproctologista
Florianópolis e região